Quase seis meses se passaram desde que nossa redação notou em Aperibé e cidades vizinhas manchas brancas nas pedras do Rio Pomba, um mistério ambiental que, até agora, não encontrou explicação. A situação, registrada pela primeira vez em junho deste ano, em Aperibé gerou preocupação entre moradores, sobretudo porque, além das manchas, uma camada de espuma também apareceu às margens do rio.
Desde então, a população cobra esclarecimentos. Nossa redação também vem acompanhando o caso de perto, buscando respostas junto aos órgãos responsáveis. Em setembro, insistindo pela apuração, entramos em contato com o Instituto Estadual do Ambiente (INEA), no Rio de Janeiro. No dia 11 daquele mês, uma equipe de emergência do órgão esteve em Santo Antônio de Pádua, onde colheu amostras da água e das formações esbranquiçadas nas pedras.
Apesar da coleta e das promessas de análise, até o momento nenhum resultado foi divulgado. O silêncio prolongado mantém a população apreensiva.
Em junho um vereador do município de Palma (MG) também relatou o problema, registrado nas águas do Rio Pomba, no distrito de Cisneiro.









