Com fortes chuvas atingindo Minas Gerais, Rio Pomba volta a subir em Cataguases e Pádua

Belo Horizonte ontem a noite

A Defesa Civil de Cataguases na manhã de hoje emitiu uma nota onde diz estar voltando para o estágio de ALERTA, com o nível do Rio subindo para 4.46M, sendo sua cota de transbordo 5.50M

Choveu muito durante essa de terça pra quarta-feira 29/01 em Belo Horizonte e em Astolfo Dutra.

Em conversa com o secretário de Defesa Civil de Pádua nos informou e afirmou as informações da DEFESA CIVIL DE CATAGUASES, e disse que até o momento não há preocupações e que está monitorando constantemente, mais há previsões do Rio Pomba subir seu nível nas próximas horas e que qualquer anormalidade estaria informando.

Bacias do Rio Pomba

Em Santo Antônio de Pádua RJ o Rio Pomba volta a subir e nesse momento as 8.15h está marcando 3.15M, sendo sua cota de transbordo é de 5M, a vazão em Barra do Brauna é de 389,33m3/s.

Nossa equipe está frequentemente monitorando, sendo que esse já era o esperado pelas DEFESA CIVIL dos municípios onde o Pomba passa, em Barra do Brauna no último final de semana recebeu as águas de Cataguases, onde liberou essas águas controlando ao máximo para evitar uma tragédia em Pádua, já com previsões de novas chuvas até terça-feira 28/01, e a represa não poderia está completamente cheia, e por isso aumentou sua vazão afim de segurar as águas das previsões de chuva, sabemos que previsões não são certeza, e pode mudar a qualquer momento.

Devido às chuvas na Mata Mineira não só o Rio Pomba está em alerta e sim o Rio Pirapetinga.

A qualquer momento voltaremos com mais informações.

Esporte Espetacular revela esquema de manipulação de resultados no futebol do Rio

Presidente de clube é flagrado comemorando gol do adversário depois de apostar na derrota do seu time

ASISTA O VÍDEO NO FINAL DA MATÉRIA!

Pela primeira vez no Brasil, uma equipe de TV registra a ação de suspeitos de integrarem um esquema de manipulação de resultados no futebol.

Em três meses de apuração, o Esporte Espetacular obteve depoimentos de atletas, teve acesso a diálogos dos envolvidos e gravou a atuação dos suspeitos nas arquibancadas para mostrar como o grupo fraudava as partidas da quarta divisão do Rio de Janeiro.

Com times desconhecidos, estádios vazios e jogadores recebendo pouco ou nada, a competição se tornou alvo fácil para os envolvidos na manipulação.

Acompanhamos 15 partidas e percorremos mais de 3.700 quilômetros para desvendar o esquema montado pelo grupo.

Pelo menos oito dos 15 dos times que participaram do torneio são suspeitos de venderem seus jogos. Em troca de dinheiro, dirigentes e atletas aceitaram perder as partidas. O presidente do Atlético Carioca, Maicon Vilela, foi flagrado comemorando o gol do time adversário após apostar na derrota do seu time.

Na série C, os suspeitos atuavam livremente nos estádios. Eles assediavam atletas, escalavam jogadores e faziam apostas em sites com sede no exterior.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Defraudações da Polícia Civil e pelo Gaedest (Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor do Ministério Público do Rio).

Todos os suspeitos negaram participação no esquema de manipulação. A Federação de Futebol do Rio disse desconhecer a atuação do grupo e pediu para as autoridades investigarem o caso.

Fonte:Globo Esporte

POLICIA APREENDE CERCA DE 7 MIL PAPELOTES DE COCAINA EM MACAÉ

 A Polícia Federal, em ação conjunta com o 32º Batalhão de Polícia Militar, apreendeu, na manhã desta terça-feira (28), cerca de 6 mil papelotes de cocaína na comunidade Nova Holanda, em Macaé.

Os policiais chegaram à droga, que estava escondida em uma caixa de alvenaria no interior de uma casa em construção na comunidade, através de uma denúncia anônima.

Após a conferência e pesagem, totalizou-se 7,4 quilos da droga. Todo material apreendido foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Federal em Macaé para continuidade da investigação. 

Divulgação

Cheia do rio Muriaé rompe dique na localidade de Três Vendas em Campos

O dique da Boianga, na localidade de Três Vendas, em Campos, não suportou a força da água, com a cheia do rio Muriaé, e se rompeu na tarde desta terça-feira (28), apesar dos esforços para reforçar a barragem.

O dique identificado como da Boianga fica próximo ao Rio Muriaé, e perto do limite dos municipios de Campos e Cardoso Moreira, às margens da BR-356.

A estrutura foi estabelecida, após os rompimentos da BR 356 nas cheias de 2007 e 2012, como forma de impedir que a água chegasse à rodovia, que funciona como um segundo dique para evitar alagamentos na localidade. 

No local onde o asfalto cedeu, foi instalada uma manilha para preservar a estrutura da estrada, no entanto, se ficasse aberta, todo volume do rio iria ser direcionado para o bairro. Por isso, a Defesa Civil realiza, desde essa tarde, o bloqueio do local com a colocação de barros e pedras na abertura.

Antes, moradores gravaram um vídeo onde colocaram uma estrutura de madeira para tentar proteger o local.De acordo com a Prefeitura de Campos, uma força-tarefa está sendo realizada na localidade de Três Vendas para impedir a passagem de água sob a BR 356.

“A medida foi necessária após o rompimento do dique da Boianga, devido à força da água do rio Muriaé, cujo nível ainda está acima do normal. Estão sendo utilizados caminhões e retroescavadeiras.

A área foi isolada. Estão envolvidas a Defesa Civil municipal, secretarias de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Desenvolvimento Ambiental e as superintendências de Posturas e Limpeza Pública”, informou a nota.Cheias causaram rompimento da estrada-dique em 2007 e 2012Em 2007, as águas do rio Muriaé invadiram a BR 356, na altura de Três Vendas, em Campos.

Uma parte da rodovia que até 6 de janeiro daquele ano não havia cedido, desmoronou quando um veículo passou pelo local. O motorista e sua sogra morreram após caírem na cratera formada.

Outras duas pessoas estavam desaparecidas após o rompimento do dique que aconteceu no dia anterior. Outro ponto de interdição da rodovia, foi em São João da Barra, na altura do trevo de Grussaí.

No local, o rompimento do dique do Viana, entre Cajueiro e Degredo, deixou em vários momentos, o município isolado.Cinco anos depois do primeiro rompimento, a força da correnteza do rio Muriaé fez ceder parte do asfalto da BR 356 e mais de 4 mil pessoas tiveram que deixar suas casas em Três Vendas.

O rompimento do dique da Boianga aumentou a pressão e o nível da água na localidade atingiu a altura dos telhados das residências. Moradores acamados tiveram que ser retirados com ajuda de helicópteros dos Bombeiros.

FONTE: FOLHA 1

PREFEITURA DE CATAGUASES CANCELA CARNAVAL PARA USAR DINHEIRO NA RECOSNTRUÇÃO DA CIDADE PÓS ENCHENTE

O prefeito de Cataguases na zona da mata mineira anunciou nesta terça-feira (28/01) que irá caneclar o carnaval 2020 para usar os recursos na cidade que sofreu com as cheias do Rio Pomba.

O nivel do Rio Pomba na cidade chegou a passar dos 9 metros em alguns pontos da cidade, em um video em um uma rede soiaal o prefeito disse que resolveu nao fazer o carnaval para usar os recusos na reconrução da cidade.

| Decidimos não realizar o Carnaval este ano, em função dos eventos ocorridos nos últimos dias com a enchente em nossa cidade. Os recursos e esforços do município serão destinados para ajudar a população atingida e para a recuperação da cidade e distritos. “Não podemos pensar em festa diante de tantos problemas que estamos enfrentando após esta calamidade que atingiu tão devastadoramente nossa cidade. Peço o apoio e a compreensão de todos, e a união dos cataguasenses em torno desta causa maior de auxílio e solidariedade aos nossos conterrâneos”, afirmou o Prefeito Willian.

Willian Lobo baixou decreto de Situação de Emergência (5.182-A/2020) “nas áreas do município contidas no Formulário de Informações do Desastre – FIDE e demais documentos anexos a este Decreto, em virtude do desastre meteorológico classificado e codificado como chuvas intensas e inundações.

Entre outras medidas o decreto também dispensa de licitação “os contratos de aquisição de bens necessários às atividades de resposta ao desastre, de prestação de serviços e de obras relacionadas com a reabilitação dos cenários do desastre, desde que possam ser concluídas no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias consecutivos e ininterruptos, contados da caracterização do desastre, vedada a prorrogação dos contratos”, conclui o texto legal.