VOVÔ DE 66 ANOS ÉACUSADO DE ESTUPRO FRIBURGO

66 ANOS! ESSA É A IDADE DE UM SENHOR QUE ESTA SENDO ACUSADO DE TER COMETIDO PELO MENOS 4 ESTUPROS.

SEGUNDO INFORMAÇÕES OCONTRA O VELHINHO HAVIA UM MANDADO DE PRISÃO DESDE 2017.

SEGUNDO OS POLICIAS O VELHUNHO TARADO TERIA ESTUPRADOUMA JOVEM DE 25 ANOS EM 2017 EM FRIBURGO, AJOVEM TERIA IDO AO LOCAL RECEBER UM DINHEIRO QUE O IDOSO DEVIA AO IRMÃO.

OS POLICIAIS TABEM CONTARAM QUE O IDOSO TEM OUTRAS QUATRO PASSAGENS PELO MESMO CRIME. UM DELES ACONTECEU NA CIDADE DE MAGÉ.

O VELHNHO TARADO FOI LEVADO PARA A DELEGACIA DA MULHER EM FRIBURGO,SENDO TRANFERIDO PARA UM PRESIDIO NO RIO!

JUSTIÇA DO RJ BLOQUEIA BENS DO EX GOVERNADOR PEZÃO

A Justiça do Rio de Janeiro atendeu pedido do Ministério Público Estadual e decretou ontem (09/01) a indisponibilidade de bens do ex-governador Luiz Fernando Pezão, no valor de R$ 45,6 milhões.

O bloqueio foi determinado no âmbito do processo em que Pezão é acusado de receber mais de R$ 11 milhões do Sindicato das Empresas de Ônibus Urbanos do Rio (Fetranspor), em troca de favorecimento aos interesses da entidade durante o seu mandato, entre 2015 e 2018.

As investigações também apontam que Pezão indicou Luiz Carlos Vidal Barroso para recolher propina de empresários corruptores, enquanto Hudson Braga, que fazia o mesmo serviço para Cabral, continuou recebendo os pagamentos indevidos direcionados a conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) que também participavam do esquema.

O cálculo do valor bloqueado dos bens de Pezão se refere a R$ 11,4 milhões recebidos ilegalmente da Fetranspor, mais multa de R$ 34,2 milhões, equivalente ao triplo da propina recebida.

A Justiça também bloqueou a R$ 68 milhões em bens de Luiz Carlos Vidal Barros, Hudson Braga e José Carlos Lavouras. Já a Fetranspor teve R$ 34,2 milhões do seu patrimônio colocados sob indisponibilidade.

FILHA DE GAROTINHO É CONDENADA POR OFENSA CONTRA DESEMBARGADOR

Um dia após a mãe ser condenada por desvio de R$ 234,4 milhões na Saúde do Estado, a deputada federal Clarissa Garotinho (Pros) foi sentenciada pela segunda vez a pagar R$ 100 mil em danos morais ao desembargador do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) Luiz Zveiter. Ela foi considerada culpada pela juíza Flávia Gonçalves Moraes Alves, da 14ª Vara Cível, por reproduzir “informações caluniosas, injuriosas e ofensiva veiculadas na mídia e nas redes sociais por Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho (…) fazendo acusações absurdas e inverídicas contra o autor”, segundo o texto da sentença.

Além de Clarissa, Anthony e Rosinha também possuem outras duas condenações, cada, por ofensas ao ex-presidente do TJRJ. Somadas todas as sentenças, a família Garotinho deve R$ 490 mil em indenização por danos morais a Luiz Zveiter, segundo condenações em primeira instância. Ainda cabe recurso em todos os processos.

No caso específico de Clarissa, a juíza Flávia Gonçalves Alves destaca que “aproveitando-se de informações caluniosas, injuriosas e ofensiva veiculadas na mídia e nas redes sociais por Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho, as reproduziu, fazendo acusações absurdas e inverídicas contra o autor. Ressaltou, o autor, que, nos idos de novembro de 2017, a ré chegou a postar um vídeo em suas redes sociais, aduzindo, inveridicamente, que o mesmo teria caído na ‘banda podre’ do Poder Executivo e do Poder Legislativo do Rio de Janeiro e, mesmo assim, continuava intocado”.

Na mesma ação civil pública, Anthony Garotinho foi condenado e se tornou inelegível, também por oito anos, em decisão confirmada em segunda instância em julho do ano passado. À época das irregularidades apontadas pelo Ministério Público, Garotinho era secretário de Governo do Estado comandado pela esposa.

Em nota, Rosinha afirma “que a decisão é absurda. Afinal, foi ela quem determinou, quando ainda era governadora, a suspensão do programa, que estava em curso. Além do mais, os valores citados são ridículos, já que R$ 236 milhões fazem parte do orçamento previsto para o projeto, montante que sequer foi realizado. (…) Portanto, a ação é descabida. Vamos recorrer e vencer”.