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ESCOLA PARTICULAR DE CAMPOS CONFIRMA AMEAÇA DE ATENTADO

Uma das instituições particulares mais tradicionais de Campos, confirmou, nesta quinta-feira (4/04), que a instituição também foi alvo de ameaça de atentado, como no caso da Escola Estadual Raul Brasil, Em Suzano em São Paulo.

Segundo informações no último dia (21/03) a instituição teve um evento que gerou repercussão entre os alunos, onde um dos estudantes, encontrou, em um dos computadores do laboratório de informática, uma mensagem, supostamente de ameaça.

A escola apenas tomou conhecimento dos fatos, posteriormente, tendo iniciado uma série de ações conjuntas, tanto com órgãos públicos de segurança, quanto com a própria comunidade escolar”, disse a nota divulgada pela escola.

A direção da unidade destacou que, dentre as ações tomadas, foram realizadas imediatamente após o conhecimento dos fatos: acionar a polícia militar, que esteve no local; foi convocado reuniões com os colaboradores, para reforçar as medidas anteriormente tomadas; levantou-se imagens das câmeras de segurança para posterior envio as autoridades públicas e o Ministério Público Estadual foi comunicado oficialmente da ameaça.

A ameaça foi registrada pelo diretor, na tarde do dia 25, na 134ª delegacia no centro de Campos.

POLÍCIA APREENDE 18 MIL PAPELOTES DE COCAINA EM QUISSAMÃ

Policiais militares prenderam oito pessoas em um sítio em Quissamã, na tarde desta quinta-feira (04/04) durante a nova fase da Operação Legado.

Foram apreendidos 18 mil papelotes de cocaína e 12 kg de pasta base de cocaína, além de material para embalar e comercializar drogas, como 11 balanças de precisão e rolos de fita adesiva.

Segundo informações da Polícia Militar, o flagrante aconteceu após denúncia de que um gerente do tráfico da região transportava drogas em um carro que tinha saído do bairro Botafogo, em Macaé, em direção a Quissamã.

No banco traseiro do veículo, os agentes encontraram material para embalar drogas.

Eles seguiram para o sítio e alguns homens fugiram pulando o muro ao perceber a presença da viatura. Os policiais conseguiram deter o grupo com oito suspeitos, que estava com a droga.

O caso é investigado na 123ª Delegacia de Polícia de Macaé.

IFF DE PÁDUA DIVULGA NOTA DE ESCLARECIMENTO E TRANQUILIZA PAIS E ALUNOS

O IFF de Pádua divulgou uma nota oficial para tranquilizar não só pais, alunos mas toda a comunidade Pádua, segue a nota abaixo:

Na noite da última quarta-feira, dia 03 de abril de 2019, foram veiculadas notícias de um suposto ataque ao IFF Pádua. Vimos por meio desta nota tranquilizar toda a comunidade escolar em relação a este fato: a gestão da escola foi informada sobre uma suposta articulação, em redes sociais, de uma possível ameaça ao campus.


Imediatamente, a gestão tomou as providências junto aos órgãos competentes, dentre eles, a Reitoria do Instituto Federal Fluminense (IFF) e o Ministério Público Estadual.

O IFFluminense não informou, de imediato, à comunidade, em virtude da necessidade de sigilo na investigação. Lamentavelmente, o fato foi publicado por sites da região. Informamos que o IFF Pádua conta com vigilância armada 24 horas, câmeras posicionadas por toda a área do campus, além do apoio do 36.º Batalhão da Polícia Militar e da Guarda Municipal, instituições sempre solícitas às nossas demandas. Portanto, reforçamos a importância de se manter a calma em situações como esta. O IFF Pádua encontra-se à disposição para esclarecimentos.

Portanto, reforçamos a importância de se manter a calma em situações como esta. O IFF Pádua encontra-se à disposição para esclarecimentos.

Justiça do RJ registra mais de 22 mil processos de violência contra a mulher em dois meses.

O levantamento contabiliza apenas os primeiros meses de 2019. O crime mais denunciado é o de lesão corporal, com 7.490 casos. Em 60 dias foram 248 casos de estupro.

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O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) registrou, durante os dois primeiros meses desse ano, 22.360 novos processos de violência contra a mulher. São 15 novas denúncias na Justiça a cada hora.

Nesse período de 60 dias, o TJRJ recebeu 7.490 denúncias de lesões corporais contra mulheres; 4.649 casos de ameaça; e 248 casos de estupro, sendo 107 processos relacionados a estupro de mulheres menores de idade.

Na maioria dos casos, a violência contra a mulher começa com pequenos sinais e, com o tempo, evolui para agressões mais graves. Foi dessa maneira que Delcimar dos Santos viveu por 17 anos, tempo em que foi casada e sofria agressões físicas e psicológicas do marido. A filha também foi torturada e a violência durou até o dia em que ele feriu o pescoço dela com um punhal.

“Eu tinha que dar um basta por que senão seriam duas vítimas. Eu vou confessar que não sei de onde veio a força para denunciar. Só posso explicar que foi Deus mesmo. No dia em que eu tomei a decisão, eu fiz tudo de maneira tão natural que ele não percebeu. Porque se ele percebesse ali mesmo seria o fim”, comentou Delcimar, que ligou para o telefone 180, uma Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência.

Delcimar procurou orientação sobre o que poderia fazer e como enfrentar o problema. Ela foi informada que poderia registrar a tentativa de feminicídio em uma delegacia comum. Após a denúncia, Delcimar procurou a Justiça para conseguir uma medida protetiva. O objetivo era conseguir que o marido não se aproximasse dela. Ela e a filha foram levadas para um abrigo distante, na tentativa de recomeçar uma nova vida sem violência.

Somente em janeiro e fevereiro, foram registradas 8 mulheres assassinadas em casos de feminicídio no Estado. O número de tentativas de feminicídio chega a 63 casos. Já o número de prisões pelo mesmo crime alcança a marca de 210 envolvidos.

“Isso é um sinal de que as medidas estão sendo dadas. Que as mulheres estão pedindo proteção. Só que a gente precisa que essas medidas sejam executadas. As mulheres precisão ter a segurança de que ela efetivamente vai ser cumprida”, comentou a Juíza Adriana Ramos de Mello.

Uma das maneiras de buscar ajuda é através do Centro Especializado de Atendimento a Mulher (CEAM), ligado à Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, que funciona de 9h às 17h, na Rua Benedito Hipólito, 125 (térreo), na Praça Onze, no Centro do Rio de Janeiro.

O CEAM realiza atendimentos e acompanhamentos psicológicos, sociais e dá orientação jurídica para as mulheres em situação de violência doméstica e familiar.

“Muitas vezes nós somos a primeira unidade que elas procuram. Elas chegam com medo e não sabem se devem fazer uma denúncia e o que isso vai trazer para a vida dela. Por isso nós temos uma equipe de assistentes e advogadas que vão ouvir essa mulher e vão dar voz para essas mulheres. Tentam identificar o que elas estão passando e o que elas estão sofrendo. Saber o que elas querem”, comentou Rosangela Pereira, diretora do CEAM.

Uma alternativa ao CEAM, é a Central Judiciária de Abrigamento Provisório da Mulher Vítima de Violência Doméstica (Cejuvida), que funciona das 18h às 11h. Essa rede de assistência foi pensada de uma forma para que a mulher que procura ajuda não fique desamparada em nenhum momento.

Na opinião da Juíza Adriana Ramos de Mello, também é importante a criação de campanhas educativas em todos os níveis de ensino. “As campanhas de combate a violência contra a mulher são fundamentais. Também acho importante a possibilidade de alteração do currículo escolar para a introdução da matéria de direitos humanos das mulheres”, comentou a Juíza.

FONTE : CAMPOS EM FOCO