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Jovem morre após entrar em confronto com a PM em Itaperuna

No inicio da madrugada dessa quarta-feira 20/05 uma viatura da policia militar quando em patrulhamento de rotina, quando passou pela rua Joaquim Martins no bairro Surubi, em Itaperuna, um jovem de 21 anos identificado como Gabriel Santana sacou uma arma e disparou em direção da viatura.

Policiais revidaram e Gabriel conhecido como ¨BOREL¨ foi alvejado e veio a óbito, com ele foi apreendido uma pistola 9mm com 05 munições intactas.

O caso foi registrado na 143°DP.

Vídeo redes sociais

Mãe e filho são detidos por tráfico de drogas em SFI

Após levantamentos feitos pelos policiais da 3°CIA do 8°BPM que serviram que base para o pedido de um mandato.

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Após a expedição do mandato de busca a guarnição no comando do CMT da 3°CIA se deslocaram nessa quarta-feira 20/05 até a rua Dionísio Tavares em Gargaú na cidade de São Francisco de Itabapoana, onde foi realizada a incursão e abordagem dos elementos sendo mãe e filho.

No local foram encontrados os seguintes materiais:

01 revolver cal.38 da marca Rossi, 06 munições intactas, 02 balanças de precisão, 01 bucha grande de maconha, R$280,00 em espécie e varias cápsulas vazias.

A ocorrência encontra-se em andamento na 147°DP.

Ministério da Saúde libera protocolo para uso de cloroquina em casos leves de COVID-19

O Ministério da Saúde liberou, na manhã desta quarta-feira (20), o protocolo que autoriza o uso da cloroquina para casos leves de coronavírus. O sinal verde para a utilização do medicamento, que até então estava com aval somente para casos graves da doença, foi dado ao Sistema Único de Saúde (SUS).

A liberação do uso do medicamento foi assinado pelo ministro-interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, que está no cargo desde quando Nelson Teich deixou o comando da pasta, na última sexta-feira (15). Um dos pontos determinantes para a saída de Teich foi justamente a utilização da cloroquina, ferrenhamente defendida pelo presidente Jair Bolsonaro. Antecessor de Teich no cargo, Luiz Henrique Mandetta também saiu da pasta por discordâncias a Bolsonaro.

O Ministério da Saúde, no protocolo anterior, publicado em março, liberou o uso da cloroquina somente em pacientes em estado grave em função do coronavírus. O medicamento era fornecido como complemento a outros métodos utilizados no tratamento de pessoas com COVID-19, como assistência ventilatória, que nada mais é que o uso dos respiradores.

Com o novo protocolo, casos leves de coronavírus poderão ser enfrentados com a cloroquina, mediante assinatura de um termo de consentimento por parte do paciente. O documento, no entanto, ressalta que não há garantia de resultados positivos e que não há estudos que comprovam a eficácia do medicamento.

O paciente que assinar o termo de consentimento, de acordo com o documento, deve estar ciente que a cloroquina pode causar efeitos colaterais que podem resultar em “disfunção grave de órgãos, ao prolongamento da internação, à incapacidade temporária ou permanente, e até ao óbito“.

Com Informações: Ministério da Saúde

Witzel diz que pode flexibilizar quarentena no RJ em junho

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), afirmou nesta terça-feira que pode começar a flexibilizar algumas medidas de distanciamento social decretadas para conter o coronavírus a partir de junho, e estimou que a atividade econômica fluminense estará perto da normalidade em agosto.

O governador fez o anúncio no mesmo dia em que a Assembleia Legislativa rejeitou um projeto de lei que autorizava o Executivo estadual a decretar um lockdown –a forma mais rígida de isolamento– apesar do avanço da Covid-19, que já deixou mais de 3 mil mortos no Estado.

Durante a votação, realizada em debate virtual, houve confronto entre policiais militares e manifestantes contra o isolamento do lado de fora do prédio da Alerj. O lockdown já foi sugerido ao Estado e à capital fluminense pelo Ministério Público Estadual, Fundação Oswaldo Cruz e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) como forma de conter o avanço do surto.

Segundo Witzel, o Estado tem feito uma avaliação semanal da curva de casos e óbitos da Covid-19, e entende que em junho já será possível afrouxar algumas medidas do isolamento, que está em vigor desde março.

“Pelo aumento das contaminações acredito que vamos ter uma parede epidemiológica que vai nos permitir em agosto uma quase plena retomada da economia”, disse. “Estou trabalhando com uma abertura gradual da atividade econômica a partir do mês de junho”, acrescentou.

Nesta terça-feira, a Secretaria de Saúde confirmou um recorde diário de óbitos contabilizados, com mais 227 mortes no Estado, que já contabiliza 3.079 no total. Os dados oficiais apontam para 27 mil casos de Covid-19.

A prefeitura da capital fluminense também decidiu estender por mais uma semana o chamado “lockdown parcial” em cerca de 10 bairros da zona norte e zona oeste. Desde a semana passada está bloqueado o acesso de carros aos centros comerciais dos bairros em questão, entre outras restrições.

Com informações: UOL

Senado aprova adiamento do Enem 2020; matéria vai à Câmara

A suspensão das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em razão do estado de calamidade pública, provocado pela pandemia do coronavírus, foi aprovada nesta terça-feira (19) no Plenário virtual do Senado, por 75 votos a 1. A matéria segue agora para análise da Câmara dos Deputados.  

A proposta (PL 1.277/2020) da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB) prevê que, em casos de reconhecimento de estado de calamidade pelo Congresso Nacional ou de comprometimento do regular funcionamento das instituições de ensino do país, seja prorrogada automaticamente a aplicação das provas, exames e demais atividades de seleção para acesso ao ensino superior.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Enem, marcou a aplicação do exame impresso para os dias 1º e 8 de novembro, e a versão digital para 22 e 29 de novembro. As inscrições estão abertas até o próximo dia 22. Já há quatro milhões de inscritos, de acordo com o Inep, e estão esgotadas as vagas para a prova digital.   

Desigualdade

Para Daniella, o adiamento do Enem 2020 impedirá a concorrência desleal entre candidatos que não têm as mesmas oportunidades de acesso à internet, especialmente entre estudantes das redes pública e privada de ensino.

— O que nós estamos fazendo não prejudica os outros estudantes. Isso é apenas para não reforçar a desigualdade que já existe. Qual aluno hoje tem condição de estar em casa estudando, de pagar uma plataforma de streaming, de pagar pelo YouTube, de ter uma aula de EaD [educação a distância], ou de estudar de qualquer outro jeito? Livros? Que livros eles receberam? Nenhum! Quem é o professor, o autodidata? Quantos são autodidatas para estudarem sozinhos matemática, física e química? — questionou.

A senadora destacou o apelo dos estudantes a favor do adiamento do Enem e ainda lembrou da sua experiência em sala de aula.

— A gente está aqui para representar aqueles que não têm voz, aqueles que não podem chegar até cada um de nós. Eu tive oportunidade de ser professora de escola pública no interior da Paraíba. Eu conheço o que é a dificuldade de perto e sei que, nos estados, vocês vivenciam isso. Então eu queria dizer que nada mais nada menos do que fazer justiça é o que nós estamos fazendo — afirmou Daniella.  

Enem 2020

No relatório do senador Izalci Lucas (PSDB-DF) foi acolhida emenda do senador Jean Paul Prates (PT-RN) para esclarecer que a matéria trata, exclusivamente, da edição de 2020 do Enem, em suas versões impressa e digital.

Outra emenda de Jean Paul, também parcialmente acatada, destaca que o texto abrange somente as instituições que oferecem o ensino médio. Sem esse ajuste, o projeto implicaria “todo e qualquer processo seletivo de acesso ao ensino superior, que engloba não apenas cursos de graduação, mas também cursos de pós-graduação e programas de extensão, o que pode comprometer processos seletivos que o PL [projeto de lei], em tese, não pretendia abarcar”, alertou o senador.  

Foram aceitas pelo relator ainda as sugestões do senador Chico Rodrigues (DEM-RR), quanto à necessidade de que o Inep se mantenha trabalhando para a realização do Enem; e de Jayme Campos (DEM-MT), para que, após o adiamento, o Enem de 2020 seja reiniciado, inclusive com abertura de inscrições, após a regular retomada das atividades de ensino do ano letivo de 2020.

— Certamente, a reabertura de inscrições deverá observar a regularização das aulas deste ano letivo — observou o relator.

Izalci Lucas declarou também a prejudicialidade do PL 2.020/2020, projeto que estava apensado (anexado) à proposta em pauta. No entanto, esse texto, dos senadores Paulo Paim (PT-RS) e Jean Paul Prates, foi parcialmente incorporado ao projeto aprovado para estabelecer que o Enem não poderá ser aplicado antes do término do ano letivo pelas escolas públicas que ofertam ensino médio.

O relator disse que levou em conta igualmente a nota técnica do Conselho de Nacional dos Secretários de Educação (Consed) apoiando o adiamento. Ele lembrou que a maioria dos candidatos que se submeterão ao exame já concluíram o ensino médio e fizeram o Enem nos anos anteriores, enquanto outros não completaram dois meses de aula este ano.

— Se colocarmos esse alunos do ensino médio, que tiveram só dois meses de aula, para competir em igualdade com aqueles que já concluíram [o ensino médio], realmente a gente não estará fazendo nenhuma justiça e nenhum trabalho social — disse Izalci.

Calendário

Depois da votação do projeto, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) propôs a criação de um mecanismo de acompanhamento, com entidades governamentais e da sociedade civil, para monitorar a implementação do novo calendário do Enem 2020.  

A ideia foi aceita pelo líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que se comprometeu em encaminhar uma proposição com esse objetivo. Além disso, o líder do governo sugeriu a definição de uma data limite para a realização das provas.

— Nós defendemos o adiamento do Enem, mas que [esse prazo] não fique em aberto — explicou Fernando Bezerra.

No entanto, como não houve acordo, a proposta do governo não foi aceita. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre ressaltou que a deliberação pelo adiamento, sem que se estabeleça uma data nova para a realização do exame, foi um “desejo da maioria”.

— Estamos tratando desse assunto nas reuniões com líderes desde o dia 2 de abril. Mas concretamente a gente não tinha como não tomar essa decisão [sobre o calendário]. Nós precisávamos deliberar um assunto que tivesse a unanimidade dos partidos políticos. Por mais de 40 dias ficamos ouvindo, tentando buscar uma conciliação. Que isso seja um gesto também para o governo, para que a gente possa conversar mais e avançar no entendimento — ressaltou Davi.  

Acessibilidade

Ainda foi aprovado destaque do senador Romário (Podemos-RJ) para que o Enem ofereça, às pessoas com deficiência, a acessibilidade necessária (com as ferramentas requeridas para a realização da prova). O senador destacou que já está assegurada a acessibilidade na versão impressa do exame, mas não na digital.

“É do conhecimento de todos que a ideia do Ministério da Educação é futuramente acabar com a versão impressa e manter a digital. Para este momento servir como teste, deve haver a acessibilidade, sob pena de prejudicar o próprio teste”, justificou Romário.

Prejuízos

Com o ano letivo comprometido para milhões de estudantes por causa da pandemia de coronavírus, o desafio do ensino a distância para diversas escolas, a falta de estrutura da rede pública e a dificuldade de reposição das aulas, vários senadores elogiaram o projeto aprovado nesta terça-feira.

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) afirmou que, no Amazonas, 80% dos estudantes do interior do estado não têm acesso à internet.

Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) apontou que as Regiões Norte e Nordeste sofrem mais com a falta de instrumentos mínimos, como um computador para acompanhar as aulas online.

Rogério Carvalho (PT-SE) reforçou que, no momento, não cabe aglomeração, situação que ocorre durante a realização de provas presenciais; e que é preciso ter firmeza na manutenção do isolamento social.

Jean Paul Prates destacou o que chamou de vitória da mobilização estudantil no Brasil.

Com críticas ao ministro da Educação, os senadores Eliziane Gama (Cidadania–MA) e Weverton (PDT–MA) defenderam o adiamento do Enem como uma “garantia de isonomia para a população brasileira” e de “promoção de justiça social”.

— É por meio do acesso à universidade que se muda a vida das pessoas no Brasil — disse Eliziane ao ressaltar a importância do Enem.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado