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BOPE chega a Cabo Frio após morte de 2 PM’s em menos de 72h

Após dois Sargentos da Polícia Militar serem mortos por traficantes, em menos de 72h, na Região dos Lagos, agentes do Batalhão de Operações Especiais da PM (BOPE) estão a caminho das comunidades cabo-frienses na busca pelos suspeitos de participação no crime, segundo informações, reforso foi solicitado pelo 25°BPM.

Internautas flagraram, pelo menos, seis veículos do BOPE na Avenida América Central, rumo à Favela do Lixo, na manhã desta segunda-feira 17/02.

INFORMAÇÕES DE: INFORME LAGOS

Em breve mais informações

Dois homens envolvidos na morte de PM’S, na região dos Lagos, foram mortos.

Agentes do setor reservado e do GAT, após várias denúncias e informações na noite de domingo 16/02, sobre a morte o 2° Sargento Luiz Paulo, onde informações levaram até o bairro Vinhaterio em São Pedro da Aldeia, onde possível localização de envolvidos na morte do PM.

Onde aconteceu um confronto, foram alvejados dois meliantes que não resistiram e vinheram a morte, um conhecido como foguinho envolvido na morte do 2° Sargento PM Luiz Paulo, que foi morto a tiros ontem 16/02 RREVEJA, e o vulgo Lupércio braço direito de Ermeson que estava envolvido na morte do 2° Sargento Ricardo Oliveira, (atingido por um tiro no peito durante um confronto nesta quarta-feira (12) na Rua Mar Azul, em Figueira, em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos)

Os meliantes estavam em posse de 01 pistola Girsan 9mm, com 9 munições intactas, 1 pistola Glock 9mm, com 12 munições intactas.

Nenhum agente ficou ferido.

INMET EMITE ALERTA DE CHUVAS PARA A REGIÃO

O Inmet emitiu nesta segunda feira (17/02) um alerta de potencial de perigo para chuvas em várias cidades das regiões norte e noroeste do estado do Rio de Janeiro.

De acordo com o orgão podem ocorrer chuva entre 30 a 60 mm/h ou 50 a 100 mm/dia. Risco de alagamentos, deslizamentos de encostas, transbordamentos de rios, em cidades com tais áreas de risco.

O alerta é válido até o final da noite desta segunda feira e abrange as cidades de Pádua, Miracema, Aperibé, Itaocara, São Fidélis, Itaperuna e várias outras cidades da região.

Fim do horário de verão não afetou consumo de energia

O fato de o país não ter adotado o horário de verão pela primeira vez entre 2019 e 2020 não foi sentido pelo setor elétrico, confirmando a justificativa do governo para acabar com o regime que vigorava na estação há 35 anos.

O Ministério de Minas e Energia concluiu, em análise realizada em dezembro do ano passado, que “do ponto de vista do setor elétrico a não aplicação do horário de verão foi neutra, não contribuindo significativamente para o aumento ou para redução do consumo de energia.”

O principal argumento para a antecipação em uma hora dos relógios todos os anos no Brasil e em outros países sempre foi a redução do consumo de energia. A lógica é a de que, com uma hora a mais de luz solar no fim da tarde, as pessoas demorariam mais a acionar os interruptores.

Fonte: O GLOBO

Começa a valer lei estadual que pune uso de jaleco na rua

Os profissionais da área da saúde no estado não poderão utilizar equipamentos e vestimentas que caracterizam suas atividades fora do local da atuação profissional. É o que determina a Lei Nº 8626/19, do ex-deputado Átila Nunes, que foi sancionada pelo governador Wilson Witzel e publicada pelo Diário Oficial do Executivo nesta quinta-feira, 13.

A medida diz respeito aos equipamentos de proteção individual, descartáveis ou não, como uniformes, jalecos, aventais, macacões, luvas, óculos, máscaras, calçados, toucas ou gorros, protetores auriculares, entre outros.

O texto considera também que o trabalhador da área de saúde é todo profissional que atue de forma direta ou indireta no serviço de saúde da população, seja como empregado ou autônomo, tanto do setor público ou privado. A única exceção a norma são os profissionais de saúde que estiverem em serviço fora dos ambientes internos de trabalho.

 Foto: Divulgação

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) poderá fazer campanhas de conscientização a respeito do risco de contaminação pelo uso inapropriado dos equipamentos. Em caso de descumprimento, o infrator poderá arcar com penalidades que vão de advertência a multa de 200 UFIR-RJ, cerca de R$ 684,00.

 Ascom